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Dia do riso: canção celebra a alegria e os benefícios para a saúde

Lívia Nolla

“Quaquaraquaquá, quem riu / Quaquaraquaquá, fui eu”. A celebração do Dia Nacional do Riso, em 6 de novembro, ganha um toque especial com a lembrança de uma canção emblemática da Música Popular Brasileira.

Estudos indicam que o riso pode ser um aliado poderoso para a saúde. Pesquisas da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, revelam que o riso contribui para a redução de doenças cardíacas, atuando na diminuição da Proteína C-Reativa, um marcador inflamatório associado a complicações cardiovasculares. Além disso, o ato de rir auxilia na redução dos níveis de cortisol e adrenalina, hormônios relacionados ao estresse e à ansiedade.

Ao rirmos, o cérebro libera endorfina, um hormônio que promove a sensação de relaxamento e fortalece o sistema imunológico. Uma análise do National Institutes of Health, realizada em 2016, destacou outros benefícios do riso, como o fortalecimento e relaxamento dos músculos faciais, a melhoria da respiração e circulação de ar no corpo, a estimulação da circulação sanguínea, o aumento do limiar da dor e o aprimoramento das funções mentais.

Entre as canções que celebram o riso, destaca-se “Vou Deitar e Rolar (Quaquaraquaquá)”, composta por Baden Powell e Paulo César Pinheiro. A música, eternizada na voz de Elis Regina, foi lançada no álbum “Em Pleno Verão”, em 1970.

Baden Powell, figura constante no programa “O Fino da Bossa”, apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues na TV Record, apresentou a cantora ao letrista Paulo César Pinheiro, resultando na parceria que deu origem a “Vou Deitar e Rolar (Quaquaraquaquá)”.

A canção foi composta durante um período de separação entre Elis Regina e Ronaldo Bôscoli, seu primeiro marido, refletindo a superação da dor através do riso. Segundo Paulo César Pinheiro, Elis Regina frequentemente solicitava composições sob encomenda, demonstrando sua admiração pelo trabalho da dupla. Além de “Vou Deitar e Rolar (Quaquaraquaquá)”, Elis Regina interpretou outras canções da parceria entre Paulo César Pinheiro e Baden Powell, como “Samba do Perdão” (1968), “Falei e Disse” (1970), “Aviso aos Navegantes” (1971) e “Cai Dentro” (1979).

Fonte: novabrasilfm.com.br

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